Oi, estou tagarelando sem parar hoje...
Ou melhor, agora.
Tá, uma dica: abra a sua janela agora e olhe a lua. Ela está linda.
Abra uma tag e veja o clipe de Telephone da Gaga com a Honey B, e fique assustado com as duas dançando com uma roupinha nacionalista.
Vá correndo fazer as unhas, e passe o esmalte mais vermelho que vc encontrar. Compre. Converse com a sua mãe sobre qualquer coisa. Cante como se nunca tivesse visto um karaoke.
Acorde para a vida, e descubra que ela ainda está acontecendo enquanto vc se priva de tudo para lamentar.
Compre quantos tabletes de chocolate quiser, e até um pote de Haggen-Dazzes -se achar o q vc quer mimimi, e sorria. Sem motivo. Apenas sorria.
PS.: Talvez você ache q eu sou bipolar, porqueos meus 4 ultimos posts foram meio ou completamente melacólicos, e esse é todo felizinho. Mas a moral da história é que em 60 segundos o mundo ao seu redor, e vc tmb vão mudar. Não adianta negar!
'Basta acreditar, um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!'
30 de abril de 2010
Recomeçar.
'E eu sei que assim talvez seja melhor,
mas não espero ver você voltar,
e dizer que podemos recomeçar!'
Você vai acordar uma hora, adormecida ainda por dentro e começar a pensar em tudo. E por mais que vá sentir falta ainda por um tempo, você vai acabar acreditando que foi melhor assim... Porque quer saber? Temos que recomeçar, não importa de qual altura caimos. E pode ter certeza que vai ter alguém que vai te dar a mão quando você estiver ali jogada no chão, pensando em como a vida é cruel.
Ela é, mas e dai? Vc até q se diverte com ela vai... admita.
Não dá pra recomeçar sozinha, um MUITO obrigada, do tamanho do universo pro Vitor, pra Fezinha, pra minha mamãe, pra Juju e pra Laís!
Te vejo na rec :)
28 de abril de 2010
mudança de caminho.
Eu tinha um post pronto, escrito no meio de uma onda de tristeza q me abateu. Mas eu rasguei o papel em mil pedaços, e resolvi deixá-lo de lado... porque parando pra pensar aquilo era momentaneo. Não era o que eu realmente sinto agora.
Eu nunca abdicaria da dor emocional, porque é exatamente essa dor que me torna humana (e J.K. Rowling pode me processar, pq isso é um fala de Harry Potter). Mas é a mais pura verdade...
Significa q eu amo, significa q eu me importo, significa q eu estou vivendo.
Não sei mesmo da onde surgiu tamanho altruismo em mim, mas quando a gente ama, a gente aprende a ser capaz de deixar as coisas livres... e como dizem, se elas forem um pouquinho nossas, elas voltarão.
Ao mesmo tempo q eu fecho os olhos e sinto que o mundo poderia desaparecer sobre os meus pés, eu não quero isso. Porque eu sei que tem mais, tem muito mais para mim.
Se eu contasse o número de vezes q eu parei e chorei, pelo mesmo motivo, vc não iria acreditar. Mas de alguma forma, aconteceu de novo... sei lá, o que não é pra ser deixa pra lá.
O que importa mesmo é amar. nada garante que haverá amor em troca, ou pelo menos o amor que vc espera, mas vc pode tentar.
Eu nunca abdicaria da dor emocional, porque é exatamente essa dor que me torna humana (e J.K. Rowling pode me processar, pq isso é um fala de Harry Potter). Mas é a mais pura verdade...
Significa q eu amo, significa q eu me importo, significa q eu estou vivendo.
Não sei mesmo da onde surgiu tamanho altruismo em mim, mas quando a gente ama, a gente aprende a ser capaz de deixar as coisas livres... e como dizem, se elas forem um pouquinho nossas, elas voltarão.
Ao mesmo tempo q eu fecho os olhos e sinto que o mundo poderia desaparecer sobre os meus pés, eu não quero isso. Porque eu sei que tem mais, tem muito mais para mim.
Se eu contasse o número de vezes q eu parei e chorei, pelo mesmo motivo, vc não iria acreditar. Mas de alguma forma, aconteceu de novo... sei lá, o que não é pra ser deixa pra lá.
O que importa mesmo é amar. nada garante que haverá amor em troca, ou pelo menos o amor que vc espera, mas vc pode tentar.
27 de abril de 2010
she lived* in a fairytale...
'Her prince finally came to save her
And the rest you can figure out
But it was a trick and the clock struck twelve'
sentir pelo o que se foi não é o suficiente, e nem bom pra gente.
É necessário sorrir pra vida, porque ela não faz as coisas para te impedir,
ela só faz as coisas pra te ver levantar, e não parar de lutar.
And the rest you can figure out
But it was a trick and the clock struck twelve'
sentir pelo o que se foi não é o suficiente, e nem bom pra gente.
É necessário sorrir pra vida, porque ela não faz as coisas para te impedir,
ela só faz as coisas pra te ver levantar, e não parar de lutar.
24 de abril de 2010
Somewhere too far...
Esse é um post egocêntrico, (não que a temática principal dos outros não seja a minha vida, mas não de um modo tão primeira pessoa...) e aconselho que seja lido ouvindo Stand By Me - Oasis.
Enfim, eu vim fazer uma reminescência sobre a minha vida... que amanhã completará 16 anos.
Pra quem tem 60, 16 pode não ser nada, mas é o suficiente pra eu saber quanto peso tenho, quantas alegrias eu vivi, afinal, eu vi 16 vezes as flores nascerem.
Eu nasci numa segunda feira, de um atipico calor, no dia 25 de abril de 1994. Num hospital q nem existe mais na Mooca, precisamente numa travessa da Paes de Barros, portanto, me considero da Mooca.
Minha mãe era bem novinha, tinha 23, e meu pai tinha 29, quase 30. Segundo eles, fui a maior alegria que eles já receberam.
Isso tmb disse minha madrinha, meu padrinho, minha vovó... Eu acho q nasci no momento certo, no local certo.
Eu cresci sendo filha unica, mas meus primos, tornaram-se irmãos. Assim como minhas amigas e amigo irmãos.
Acabei criando família, amigos, amor em cada local q me lembre que passei. Alguns eu perdi no meio do caminho, mas os que maracarm de verdade vivem dentro de mim ainda.
Depois de 12 anos na mesma escola, eu mudei. E definitivamente não me arrependo.
Conheci muita gente, muitos nomes a serem citados q eu não citei. Muitas gente que entrou, e levou um pouquinho de mim, mas deixou alguma coisa de si comigo.
Daquela criancinha alienada que comia danoninho o dia todo eu me tornei uma garota (ainda não me sinto uma mulher) estudiosa /o e... não sei o q mais me tornei, acho q ainda estou me tornando. E sempre estarei.
Acho inutil falar muita coisa de mim agora... acho inutil muita coisa mesmo q o faça.
Só sei, que eu escrevi tudo isso pra tentar expressar o que sinto... não a curiosidade pelos telefonemas q não posso saber o conteúdo, não porque quero saber o q as pessoas comprararm pra mim, mas o que sinto em pensar na minha vida, na minha evolução, meus dias de luta, meus dias de glória.
Só q eu eu não sou apenas eu. Sou eu com um pouquinho de todo mundo q eu amo.
E talvez seja errado, mas amo a muitos. Estarei lá por todos eles se eles me pedirem, e é o tipo de coisa que não precisa de lista, porque eles sabem exatamente quem são.
Muito obrigada, afinal 16 anos aturando essa chorona teimosa não é fácil né, mas eu sei que se não fosse por muitos, eu não seria 1/3 do q sou hoje!
Parabéns pra mim... amanhã. Porque depois q eu nasci, nenhum 25 de abril foi quente. hahahaha
Enfim, eu vim fazer uma reminescência sobre a minha vida... que amanhã completará 16 anos.
Pra quem tem 60, 16 pode não ser nada, mas é o suficiente pra eu saber quanto peso tenho, quantas alegrias eu vivi, afinal, eu vi 16 vezes as flores nascerem.
Eu nasci numa segunda feira, de um atipico calor, no dia 25 de abril de 1994. Num hospital q nem existe mais na Mooca, precisamente numa travessa da Paes de Barros, portanto, me considero da Mooca.
Minha mãe era bem novinha, tinha 23, e meu pai tinha 29, quase 30. Segundo eles, fui a maior alegria que eles já receberam.
Isso tmb disse minha madrinha, meu padrinho, minha vovó... Eu acho q nasci no momento certo, no local certo.
Eu cresci sendo filha unica, mas meus primos, tornaram-se irmãos. Assim como minhas amigas e amigo irmãos.
Acabei criando família, amigos, amor em cada local q me lembre que passei. Alguns eu perdi no meio do caminho, mas os que maracarm de verdade vivem dentro de mim ainda.
Depois de 12 anos na mesma escola, eu mudei. E definitivamente não me arrependo.
Conheci muita gente, muitos nomes a serem citados q eu não citei. Muitas gente que entrou, e levou um pouquinho de mim, mas deixou alguma coisa de si comigo.
Daquela criancinha alienada que comia danoninho o dia todo eu me tornei uma garota (ainda não me sinto uma mulher) estudiosa /o e... não sei o q mais me tornei, acho q ainda estou me tornando. E sempre estarei.
Acho inutil falar muita coisa de mim agora... acho inutil muita coisa mesmo q o faça.
Só sei, que eu escrevi tudo isso pra tentar expressar o que sinto... não a curiosidade pelos telefonemas q não posso saber o conteúdo, não porque quero saber o q as pessoas comprararm pra mim, mas o que sinto em pensar na minha vida, na minha evolução, meus dias de luta, meus dias de glória.
Só q eu eu não sou apenas eu. Sou eu com um pouquinho de todo mundo q eu amo.
E talvez seja errado, mas amo a muitos. Estarei lá por todos eles se eles me pedirem, e é o tipo de coisa que não precisa de lista, porque eles sabem exatamente quem são.
Muito obrigada, afinal 16 anos aturando essa chorona teimosa não é fácil né, mas eu sei que se não fosse por muitos, eu não seria 1/3 do q sou hoje!
Parabéns pra mim... amanhã. Porque depois q eu nasci, nenhum 25 de abril foi quente. hahahaha
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